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]]> Em declaração feita durante entrevista à TV Sergipe, na noite dessa quinta-feira (22), a gestora afirmou que o certame seguiu os ritos legais e foi aberto a empresas de todo o país. “Eu já começo dizendo que eu não tenho empresa de estimação. Não tenho empresa favorita. Houve um processo licitatório totalmente dentro da legalidade”, afirmou a prefeita. Segundo ela, a empresa Torre integra o consórcio vencedor ao lado da Ramac. A maior fatia da operação cabe à Ramac, com 65%, Já a Torre Empreendimentos opera com 35% do contrato. A prefeita explicou que a formação de consórcios é uma prática prevista em lei e comum em gestões municipais e estaduais. Ela ressaltou que a prefeitura não tem o poder de interferir na união das empresas que decidem participar da disputa, desde que elas cumpram as cláusulas e itens estabelecidos no edital. Para a gestora, interromper o processo atual sem irregularidades comprovadas obrigaria o município a retornar ao modelo de contratação emergencial, o que ela considera prejudicial aos cofres públicos. 1 de 1
Emília Corrêa fala sobre licitação do lixo em Aracaju. — Foto: Reprodução/TV Sergipe Emília Corrêa fala sobre licitação do lixo em Aracaju. — Foto: Reprodução/TV Sergipe