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]]> Rotina pesada, muitos treinos e um grande sonho pela frente. Tudo isso tem marcado a trajetória da sergipana Marina Menezes, conhecida como “Mamá Marrenta”, em busca do sucesso no jiu-jitsu. Natural de Aracaju, a atleta de apenas 11 anos vem se destacando a nível nacional e internacional. Em 2026, foram competições em quatro estados nos primeiros cinco meses. 1 de 2
Sergipana Marina Menezes, conhecida como “Mamá Marrenta” — Foto: Arquivo pessoal Sergipana Marina Menezes, conhecida como “Mamá Marrenta” — Foto: Arquivo pessoal Mostrando muito talento, ela conquistou resultados importantes, incluindo o bronze no Sul-Americano da modalidade realizado no Rio de Janeiro. – Foi um ano de aprendizado. Fui campeã em Recife e Salvador, terceiro lugar no Sul-Americano e em Florianópolis. O ano vem sendo muito bom – exaltou. Agora Mamá mira um horizonte ainda maior. Ela irá disputar o Pan Kids de jiu-jitsu, que acontece no fim de julho, nos Estados Unidos. Será uma chance inédita de uma competição fora do país, algo que vem deixando a sergipana na expectativa. – Sonho e acredito que vou conseguir. Estou sempre me preparando e pronta para representar Sergipe fora do Brasil. Agora é ficar pronta para chegar lá e dar meu máximo – disse ela. 2 de 2
Mamá Marrenta tem rotina pesada de treinos — Foto: Reprodução/TV Sergipe Mamá Marrenta tem rotina pesada de treinos — Foto: Reprodução/TV Sergipe Porém, esse desafio não é simples. A lutadora vem buscando patrocínios para conseguir sustentar os custos da viagem e da competição, fazendo com que o sonho se torne realidade nos tatames estadunidenses. – Todo atleta sonha em lutar um dia nos Estados Unidos, palco dos maiores eventos do jiu-jitsu. As crianças querem estar em um evento como esse. […] Estamos correndo atrás especialmente do setor privado. Mamá tem uma rede social ativa, é conhecida nacionalmente, e tentamos levar isso para as empresas – disse Rodrigo Menezes, pai e um dos treinadores de Mamá. Enquanto a busca por recursos segue, a rotina de treinos também continua. E para quem pensa que o trabalho é mais leve por conta da juventude da atleta, está muito enganado. As sessões diárias duram horas, inclusive com treinos contra adultos. – Treino de segunda a sexta. Faço academia três dias, começo às 16h e só saio 19h30. São tardes e noites inteiras. É difícil, mas tem que se esforçar para colher lá na frente – completou a sergipana.