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Lula encontrou o cordelista de 13 anos, Pedro Gustavo, em Amparo do São Francisco, Sergipe, e se emocionou ao ouvir sua recitação.
O vídeo divulgado pelo presidente viralizou, superando 4,8 milhões de visualizações nas redes sociais.
Pedro, já reconhecido como poeta mirim e representante da cultura popular nordestina, se define como “filho da escola pública”.
O momento destaca a conexão de Lula com a educação pública e a valorização da cultura do Nordeste.
O vídeo em que Lula aparece emocionado com o cordelista Pedro Gustavo, de Amparo do São Francisco, em Sergipe, viralizou nas redes e passou de 4,8 milhões de visualizações. Mas o detalhe que dá força à cena é outro: o jovem que se apresenta como “filho da escola pública brasileira” já era conhecido no estado como poeta mirim, escritor e representante da cultura popular nordestina.
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Pedro Gustavo tem 13 anos e é natural de um dos menores municípios de Sergipe. Antes do encontro com Lula, ele já aparecia em registros locais como cordelista de Amparo do São Francisco, cidade ligada à região do rio São Francisco e à tradição oral nordestina.
No vídeo publicado pelo presidente, Pedro diz que sempre sonhou em conhecer Lula. O petista pergunta se ele é cordelista e pede que recite seus versos. A resposta vem em forma de homenagem, com referências ao Nordeste, à educação pública e à cultura popular.
Lula, Pedro Gustavo e escola pública
A cena ocorreu durante a agenda oficial de Lula em Sergipe na sexta-feira, 29. Segundo o Governo de Sergipe, a programação incluiu compromissos em Aracaju e Lagarto, com anúncio de investimentos da Petrobras e visitas a hospitais.
A repercussão do encontro reforça a conexão histórica do presidente com a pauta da educação e a cultura nordestina. A força das imagens não está apenas na figura de Lula, mas no fato de Pedro Gustavo não ser apenas um fã na plateia, e sim um representante ativo e real da arte popular sergipana.
A viagem de Lula a Sergipe também teve peso político. Como mostrou a Revista Fórum, o presidente usou a agenda no estado para voltar a defender Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.
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